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terça-feira, janeiro 08, 2013


A publicidade infantil deve ser discutida em sala de aula

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"O teólogo e escritor Frei Betto acredita que os efeitos negativos dos anúncios publicitários infantis, principalmente televisivos, deveriam ser tratados pelos currículos das escolas brasileiras.
A opinião foi defendida no debate sobre “Infância, Valores e Sustentabilidade”, organizado pelo Instituto Alana.

Para ele, a publicidade utiliza a erotização precoce para seduzir as crianças a consumir produtos desde cedo. Quando se tornam consumistas entre os quatro e cinco anos, ocorre o fenômeno da “esquizofrenia”, por estarem biologicamente infantis, mas psicologicamente adultos.

Dentro desse contexto, a criança que passa mais de três horas por dia na frente da TV transfere seu universo onírico para a telinha."

Para tentar minimizar esses efeitos negativos, Frei Betto defende que o tema seja discutido nas escolas, mas também em casa, espaço de debate fundamental para a formação do indivíduo. Nesse sentido, questiona os pais que preferem levar seus filhos ao shopping center, estimulando o consumismo, do que ir ao parque ou em lugares próximos à natureza.

“A experiência humana é construída com valores que, na minha opinião, são o problema mais profundo do sistema atual em que vivemos. Temo que o paradigma principal desse momento é o do mercado, em que os únicos princípios que importam são os que promovem a acumulação de riqueza”, lamenta.


terça-feira, janeiro 01, 2013


Pais querem Paz em casa; filhos querem os Pais!

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Ter filhos exige tempo, dedicação, investimento, paciência esforço. E a falta de tempo para estar com os filhos preocupa muitas mães e pais. Uma delas escreveu perguntando como demonstrar interesse pelas atividades dos filhos se trabalha o dia todo e, quando chega em casa, eles já estão se preparando para dormir, o que não permite que tenha, portanto, a chance de participar das brincadeiras deles e de acompanhar as descobertas que eles fazem.
É, parece que a cada ano que passa temos menos tempo para a família. Em geral, o trabalho dos pais tem exigido dedicação intensa e, além disso, ainda há o trânsito a enfrentar, a casa para administrar, as compras para fazer, a tensão e o cansaço que chegam quase ao limite do suportável. Será que é preciso ser assim mesmo? Creio que pode ser diferente, caso os pais priorizem certos períodos de seu tempo para a convivência com o filho.
Quem é que já tentou falar com determinada pessoa no horário de trabalho e não teve de ligar em outro momento porque ela estava em uma reunião ou fazendo alguma atividade que não permitia interrupção? Quase todo mundo. Mas quem já teve de esperar para tratar de um assunto com alguém porque a pessoa estava se dedicando aos filhos? Pouca gente.
Ouvi um pai dizer, certa vez, comentando justamente o que lhe acontecia quando chegava em casa à noite, depois do trabalho, que, nessa hora, tudo o que os filhos queriam eram os pais. Pois é, isso nos faz pensar que, talvez, a falta de tempo para os filhos seja resultado não apenas do acúmulo de tarefas mas também de falta de prioridade.
Todo mundo já ouviu dizer que, para o filho, importa muito mais a qualidade do tempo que seus pais dedicavam a ele do que a quantidade do tempo que seus pais dedicam. É verdade: 15 minutos de convivência com o filho são muito mais importantes tanto para a educação quanto para o afeto do que meio dia juntos sem o foco estar dirigido ao relacionamento entre eles. O problema, hoje, é que esses 15 minutos não têm recebido a atenção necessária dos pais.
Quantas vezes, no pouco tempo que passam com os filhos, os pais escutam o que eles falam sem ouvir, respondendo-lhes apenas com um "hã, hã"? Quantas vezes, nesses 15 minutos, os pais se dirigem ao filho sem ao menos olhar para o rosto dele? Quantas vezes, nesses 15 minutos, os pais não atendem mil telefonemas, muitas vezes para falar de trabalho?
E mais: muitos pais abrem mão de colocarem limites e de serem firmes com as regras estabelecidas para os filhos nesse período de 15 minutos porque acreditam que essa atitude prejudica a qualidade do pouco tempo que passam com eles. Ao contrário! Já que os pais têm pouco tempo, precisam aproveitá-lo para dirigir o processo educativo dos filhos. Não é se passando por "bonzinho" que se constrói um tempo de qualidade com o filho!
E no fim de semana? Será que os pais se lembram de dedicar pelo menos uma parte do tempo que têm disponível para acompanhar o filho em atividades do interesse dele? E, ao ver televisão ou na hora do jantar, por exemplo, dirigem-se a ele e buscam seus comentários? Ao conversar a respeito da escola e dos estudos, lembram-se de reconhecer os avanços que ele conseguiu, de fazer perguntas específicas que demonstrem estar a par dos acontecimentos?
Esses são apenas alguns exemplos que mostram o quanto podem passar despercebidos dos pais momentos que poderiam ser dedicados à convivência com os filhos, mas que ficam perdidos por causa do cansaço, do estresse, das atividades múltiplas que os pais têm de realizar. Seria bom aprender a respeitar esses 15 minutos.

Rosely Sayão


Retirado do blog:

http://anacprofessora.blogspot.com.br

domingo, agosto 19, 2012


Me esperem...

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Meus amigos e seguidores estarei longe por uns dois meses... reformando minha casa.



Não me esqueçam!!!!

Beijos

quinta-feira, junho 28, 2012


Que gostoso!

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Vamos visitar o doce cantinho da Elaine.

Gostei e aprovei!


quinta-feira, junho 21, 2012


Elogie do jeito certo

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Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante[1]. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.

O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.

Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.


Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.


Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.

“Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br .
Contatos pelo site http://www.marcosmeier.com.br/ ”

terça-feira, junho 12, 2012


Lindo!

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Vale a pena conferir e fazer parte.

Parabéns Jéssica






sexta-feira, maio 25, 2012


Congresso

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Amigos seguidores:

Nos dia 14,15 e 16 teremos em Belo Horizonte, no Minascentro um congresso para professores. Se for participar deixe um recadinho quem sabe podemos nos encontrar por lá.

Beijos

sábado, abril 14, 2012


Seu filho segura direito no lápis?

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O segurar de forma correta no lápis é muito importante, principalmente, na Educação Infantil e nas séries iniciais.

Todo e qualquer hábito bom ou ruim a criança vai desenvolver primeiramente na Educação Infantil.

O pegar corretamente no lápis e a preensão correta ao escrever no papel são importantíssimos para um bom desenvolvimento motor que refletirá diretamente na escrita.

Há muitos exercícios como os de empilhar, rasgar, puxar, empurrar, encaixar e tantos outros que favorecem o desenvolvimento destas habilidades motoras.

Também os exercícios de coordenação motora são muito importantes, pois também trabalham a lateralidade e a noção espacial, decisivas para quando a criança começar a usar o caderno. Se ela tiver uma noção espacial bem desenvolvida em conformidade com a lateralidade a criança saberá se posicionar na linha e nas folhas do caderno.

O pegar corretamente no lápis facilita os movimentos da mão no exercício da grafia. Se o lápis não está devidamente posicionado a mão terá que se esforçar para realizar o movimento e com isso a letra sairá feia e a preensão no papel será muito forte.

Se desde a primeira vez que a criança pegar num lápis ela for orientada o sucesso do “saber segurar o lápis” será muito mais eficaz. Se a criança começar pegando erroneamente no lápis, quanto mais tarde ela for corrigida, mas difícil será de desabituar.

Nos casos da criança chegar nos anos iniciais pegando de forma errada, uma boa sugestão é utilizar o lápis triangular ou o triângulo em EVA que é colocado no lápis perto da ponta e é ali que a criança irá segurar.

Para que serve o lápis triangular?
Os lápis de formato triangular possui um formato anatômico que condiciona a criança a segurar o lápis de maneira correta, centrando os três dedos em três pontos de apoio. Essa característica também auxilia os professores como os pais na hora de alfabetizar a criança. Temos duas modalidades do lápis de cor no formato triangular. O Gigante que é ideal para pré-escolares e o triangular normal, pós pré-escolar
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Qual a diferença do lápis Gigante e do lápis triangular normal?
O lápis Gigante têm um diâmetro mais grosso que o normal, por isso ele é recomendado para crianças na fase pré-escolares, quando seus dedos pequenos ainda não tem a segurança e coordenação motora para segurar o lápis que são de grossura menor. Já o triangular normal é adequado para pós pré-escolar, pois com a prática já adquirida podem facilmente segurar corretamente o lápis triangular de diâmetro normal.

Fonte: Escrito por Cybele Meyer 

Pedido dos filhos

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 Dom Orlando Brandes
 Arcebispo de Londrina

Os filhos pedem a seus pais e educadores vinte solicitações.

1. Não tenham medo de ser firmes comigo. Sua firmeza me dá segurança.

2. Não me tratem com excesso de mimo. Nem tudo o que eu peço me convém.

3. Não me corrijam na frente de outras pessoas. Isso me revolta.

4. Não permitam que eu forme maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo e o que é errado.

5. Não façam promessas apressadas. Sinto-me mal quando as promessas não são cumpridas.

6. Não me sufoquem com suas preocupações. Eu também preciso aprender com o sofrimento e com os erros.

7. Não sejam falsos comigo. A falsidade faz eu perder a fé em vocês.

8. Não me incomodem com ninharias. Irei fazer-me de surdo.

9. Não dêem a impressão de serem perfeitos, infalíveis. O choque será muito grande quando eu descobrir seus defeitos.

10. Não deixem sem respostas minhas perguntas. Do contrário, deixarei de fazê-las e buscarei informações em outros lugares.

11. Não se sintam humilhados ao ter que pedir desculpas. O perdão me aproxima de vocês.

12. Não digam que minhas preocupações e problemas são tolices. Tentem compreender-me. Ficarei mais sereno.

13. Não esqueçam que estou crescendo e mudando rapidamente. Tentem acertar o passo comigo.

14. Não me comprem presentes. O melhor presente é a presença de vocês. Com vocês sinto-me seguro, forte, amado.

15. Acolham-me desde a fecundação, alimentem-me com aleitamento materno, dêem-me colo, toquem-me porque preciso de tudo isto para crescer saudável e equilibrado.

16. Preciso de um pai forte e amigo, de uma mãe equilibrada e feliz. Seu jeito de ser é que fica marcado em mim. Poderei esquecer suas palavras, não esquecerei seus gestos.

17. Não imponham nem direcionem minha profissão e vocação. Podem aconselhar-me, mostrar-me suas razões, mas deixem-me a liberdade de escolher.

18. Se vocês se amam eu me sinto amado por vocês. Se vocês brigam, não dialogam, não se perdoam, eu me sinto um órfão de pais vivos.

19. Porque vocês foram fracos no bem, eu agora sou forte no mal. Se vocês são pais despreparados eu cresço desequilibrado.

20. Se vocês não me elogiarem, se me castigarem injustamente, se não me ensinarem a rezar, se satisfizerem todos os meus desejos, vocês estragam minha vida.


Os filhos aprendem imitando. Daí a necessidade do casal se querer bem e dar bom exemplo. Dizia um filho aos pais: "peço que vocês me amem quando eu não mereço, porque é aí que eu mais preciso ser amado." Nada disso é fácil. O nascimento dos filhos traz grandes mudanças na família. Os cônjuges esquecem de ser esposos, trocam os papeis, e começam a ser somente pais. Apegar-se aos filhos e esquecer o cônjuge é um perigo. O primeiro amor na família é sempre o amor conjugal, depois o amor filial.

Além disso, temos pais agressivos e pais permissivos, mas precisamos de pai e mãe participativos. Os pais apegados aos filhos sofrem demais quando eles devem deixar o lar. Os desequilíbrios dos filhos levam ao desajuste do casal e vice-versa. Os pais conscientes tratam os filhos conforme a idade que eles têm. É preciso saber mudar de marcha. Pais ajustados, filhos equilibrados.

Um filho escreveu para seus pais: "Eu sou forte no mal porque vocês foram fracos no bem. Por isso estou preso". Os pais nunca podem abdicar do diálogo, devem estar abertos em buscar soluções e aceitar ajuda. Ninguém é infalível. Os pais aprendem com os filhos, mas devem sempre colocar limites e apresentar valores. Lares sem disciplina criam filhos folgados e onipotentes que se tornam delinqüentes. É a tirania dos filhos sobre os pais.

Temos hoje a "família filiarcal" que sucedeu à família matriarcal e depois à patriarcal. Filiarcalismo é fazer dos filhos pequenos deuses. Eles não ajudam em nada nos trabalhos da casa, deixam roupas sujas em cada canto, só comem o que querem, dominam os pais que se tornam seus escravos e reféns. Pais permissivos são mais prejudiciais que os autoritários.

Os filhos emitem sintomas que sinalizam a presença de problemas familiares. Quando os pais vão mal os filhos entram em ansiedade. Hoje a grande tentação é resolver as crises com o "divórcio fácil". É preciso crer nas soluções, na reorganização da família. O filho problema pode tornar-se o melhor. A ovelha negra se torna uma benção, quando recorremos a Deus, ao perdão, ao diálogo, à disciplina. Quem olha as soluções não cai nas acomodações. Os heróis se forjam nas carências e crises.

A arte de ser bons pais começa já no útero materno. A preparação para a missão de ser pai e mãe é assunto do namoro e noivado. Pais despreparados, filhos desequilibrados; pais ausentes, filhos delinqüentes; pais permissivos, filhos onipotentes; pais omissos, filhos rebeldes. Carregamos dentro de nós a criança que fomos no passado. Vale a pena investir no casal para que os filhos cresçam sadios, seguros e amorosos. A família é a esperança da sociedade e o futuro do mundo.

segunda-feira, março 19, 2012


OS 10 SEGREDOS DO SUCESSO NA ESCOLA

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1-Os magníficos 4Ps (Pais, Professores, Pediatras e Psicólogos)

Os 4Ps significam os “especialistas” que podem ser determinantes para o sucesso escolar do seu filho: os pais (a família) cujo papel assume particular relevância na criação de condições para o bom aproveitamento escolar; os professores pela sua intervenção como agentes de ensino e alargamento dos horizontes dos alunos; os pediatras porque podem aconselhar na promoção e proteção da saúde dos nossos filhos; e, finalmente, os psicólogos cujo ação pode ser decisiva para combater medos, ansiedades e outras formas de bloqueio a uma boa aprendizagem.

2-Palavra de ordem: motivação!

O cérebro funciona muito melhor quando gostamos daquilo que fazemos.
O mesmo acontece nas aprendizagens: a atenção, a compreensão, o raciocínio e a memória são estimulados pelas emoções positivas. É importante que o seu filho, seja qual for a sua idade, sinta prazer em andar na escola e ali aprender novas matérias, habilidades e competências, uma conquista do progresso da humanidade. Esta perspectiva opera, por vezes verdadeiros milagres na atitude das crianças em relação ao papel da escola!

3-Mantenha o seu filho saudável!

Aprender bem e com prazer é mais fácil quando os nossos filhos estão de boa saúde. Todos os estados, orgânicos e psicológicos, que contribuam para a sensação de bem estar aumentam em 50% a capacidade de aprender e a aquisição de novas habilidades como ler, escrever, calcular, etc. Aconselhe-se com o pediatra e tome medidas para que a retaguarda da vida de seu filho esteja protegida. Tenha especial atenção a doenças crônicas (asma, etc.), eventuais problemas cardiovasculares (50% das nossas crianças correm algum tipo de risco nessa matéria!) e hiperatividade. Mantenha as vacinas em dia e o controle do stress (um dos grandes inimigos da saúde é o stress e muitas crianças são alvos de problemas orgânicos devido a esse fator).

4-Não descuide da alimentação!

O cérebro consome 20 a 25% da energia fornecida pelos nutrientes que nos chegam através da alimentação. Isto significa que uma dieta saudável e equilibrada, baseada em refeições com menos sal, menos açúcar e menos gorduras saturadas, é indispensável para um cérebro que vai precisar de muito esforço. Na alimentação – que inclui a repartição equilibrada das horas de comer – reside mais de 30% dos fatores que auxiliam nas novas aprendizagens e na retenção das antigas.

5-O sono trabalha para a memória!
Hoje sabe-se que uma boa noite de sono (de 8 a 10 horas) é condição indispensável para a fixação das novas memórias (novas aprendizagens). Noites mal dormidas reduzem drasticamente a capacidade de concentração e, como consequência, os nossos filhos sentem-se fadigados nas aulas, desatentos e desinteressados. Seja firme na fixação do horário para deitar.

6-Gerir o tempo do estudo!

As crianças passam cada vez mais tempo na escola e as aulas são longas, para além dos TPCs (trabalhos para casa) e outras atividades que vão aumentando em número e variedade à medida que o percurso escolar avança. Há crianças que não aprendem a serem organizadas e estudam sob stress provocado pela confusão de manuais, cadernos e trabalhos que tem de gerir sozinhos. Em casa, devem estudar por período de 10 a 20 minutos, seguidos de intervalos de 5 a 10 minutos para que o cérebro tenha tempo de assimilar toda a nova informação. Muitas das dificuldades de aprendizagem residem simplesmente na falta de organização.

7-Controlar a ansiedade!

Estes são 2 perigosos inimigos de quem esta envolvido a aprender e ser sujeito regularmente a avaliações. O stress e ansiedade podem paralisar completamente a capacidade de aprender e sobretudo de recordar conhecimentos já adquiridos. Ensine seu filho a gerir o stress através da respiração, da meditação e de algum exercício físico que promova o relaxamento. Pode inscrevê-lo num centro de ioga para crianças, num grupo coral, numa escola de teatro ou de dança. Peça também ajuda a um psicólogo se sentir que lhe pode ser útil (tenha em agenda o nome e os contactos de um psicólogo de referência tal como o faz com o pediatra).

8-Incentive mais o trabalho do que o talento!

Estudos recentes sugerem que a Inteligência e o talento não constituem as chaves do sucesso na vida e também na escola. Na maioria dos casos de gente famosa em várias áreas de atividade verificou que é o trabalho árduo, a dedicação apaixonada e a chamada “aplicação deliberada” que conduzem ao êxito mais que uma mente sobredotada, onde a inteligência e o talento se destacam. Assim, procure incutir no eu filho hábitos de trabalho e aplicação nos estudos, mais do que confiar na sua habitual mente brilhante e talentosa.

9-Não ignore a escola

Existe, muitas vezes, um grande divórcio entre os pais os professores . Ora é necessário que os pais sigam atentamente a evolução acadêmica e comportamental dos filhos na escola, o que obriga a que não faltem às reuniões regulares que os professores agendam. Se possível, faça parte também da Associação de Pais existente na escola e seja interventivo. O seu filho sentir-se-á mais apoiado de perceber que os pais estão “com ele” na escola e que estão ali para ajudar e não para o “controlar” ou censurar.

10-Consulte o psicólogo

Mesmo que tudo pareça estar bem com o seu filho, marque, pelo menos uma vez por ano, uma consulta com um especialista em psicologia para que este possa fazer uma avaliação geral e forneça –lhe um diagnóstico da saúde mental e emocional. Através dessa avaliação poderá descobrir aspectos interessantes e úteis para uma melhor compreensão do seu filho e receber dicas que ajudem à evolução da criança. Não é por acaso que os médicos pediatras sugerem, cada vez mais, uma avaliação psicológica geral às crianças mesmo que tudo pareça estar normal.


Nelson S. Lima
Instituto da Inteligência.

sábado, novembro 05, 2011


Leia para uma criança

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Oi gente, estou aqui para divulgar a campanha de incentivo a leitura do Itaú. Este ano está ainda melhor!! É só você entrar no site do Itaú fazer o cadastro e depois ficar contando os dias para a sua coleção chegar. O meu pedido já chegou.

 Peço que ajudem a divulgar também em seu blog, facebook, twitter, orkut quanto mais pedidos mais crianças terão a oportunidade de escutar e ter um contato com o maravilhoso mundo da literatura.
 
 

domingo, setembro 25, 2011


Movimento: Comente mais

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Quantas vezes você visita um blog, lê um post interessante, a mão coça para comentar, mas sai sem deixar nenhum comentário? Eu confesso que faço isso diversas vezes nos blogs em que acompanho.
Assim como eu, sei que muitas das leitoras fazem a mesma coisa e isso é um hábito ruim. Tudo que um blogueiro quer, é um retorno sobre o que ele está escrevendo, mesmo que seja para crítica, sugestão ou só para trocar uma ideia.
E foi assim, que ontem no Twitter, conversando com algumas colegas blogueiras, surgiu a ideia de criar um movimento com a tag #movimentocomentemais e dessa tag surgiu este selo para identificar a campanha.
O movimento é para conscientizar todas nós (isso me inclui) da importância de deixar um comentário quando visitamos um blog, porque é através dos comentários que a interação acontece, as ideias surgem e com isso vamos melhorando o conteúdo, sempre!

Então quer fazer parte do movimento? Copie o selo se tiver um blog e se não tiver #comentemais!!!!


Fico tão triste quando você entra e não deixa seu comentário.
 
Comenta,vai!!Sua opinião é muito importante...

* Este post foi escrito em parceria com o blog @SacolaPhyna (se for blogueira e quiser aderir, pode copiar o post também)

sábado, setembro 24, 2011


Cinco ações diárias para aumentar o sucesso dos filhos

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Uma ONG britânica sugeriu nesta semana uma lista de cinco ações diárias para ajudar os pais a incentivar o melhor desenvolvimento de seus filhos e com isso aumentar também a mobilidade social.

A organização Centre Fórum, autora do estudo, sugere que as autoridades realizem campanhas públicas para divulgar os cinco passos, nos moldes de uma campanha de saúde pública do governo britânico para estimular as pessoas a comer cinco porções de frutas, legumes ou verduras por dia.

Os "cinco por dia" dos pais, segundo a ONG, são: ler para seu filho por 15 minutos, brincar com ele no chão por 10 minutos, conversar por 20 minutos com a TV desligada, adotar atitudes positivas em relação ao seu filho e elogiá-lo com frequência e dar ao seu filho uma dieta nutricional para ajudar seu desenvolvimento.

O objetivo da campanha, segundo a organização, seria evitar que maus hábitos dos pais prejudiquem o desenvolvimento físico e mental dos filhos e suas chances de sucesso profissionais futuro.

Vocabulário
Segundo o relatório, que deve ser analisado pelo governo, a qualidade da criação e as influências educacionais nos primeiros meses e anos de vida da criança têm uma grande influência no sucesso educacional e profissional futuro.

“As evidências sugerem que o vocabulário da criança aos cinco anos é o melhor indicador único da mobilidade social posterior para crianças de famílias de mais baixa renda”, comenta o documento.

O relatório observa que uma grande proporção de menores infratores tem baixa capacidade de leitura e escrita.

A organização cita ainda pesquisas segundo as quais as crianças de famílias de mais baixa renda têm um vocabulário menor, índices de alfabetização mais baixos e dietas mais deficientes que as crianças de famílias mais abastadas.

“Uma nutrição apropriada é crucial durante os primeiros meses e anos de vida, quando o crescimento corporal e o desenvolvimento cerebral são mais rápidos do que em qualquer outro período”, observa o relatório.

Elogios e críticas: A proposta da Centre Fórum foi elogiada pela secretária nacional para a Infância, Sarah Teather, que prometeu que o governo vai analisá-la.

O deputado opositor Graham Allen, que recentemente publicou um relatório sobre infância encomendado pelo governo britânico, também elogiou o relatório do Centre Fórum e disse que uma campanha nacional poderia quebrar o ciclo vicioso das más práticas de criação pelos pais.

“É um ciclo entre gerações, que repete as más práticas de criação. Em uma região como a que eu represento que tem um dos mais altos níveis de gravidez adolescente na Europa e um dos menores números de pessoas chegando à universidade, quebrar esse ciclo para dar a cada criança a chance de atingir seu potencial é realmente importante, particularmente para crianças de famílias de baixa renda”, disse ele à BBC.

Apesar disso, as propostas também foram alvo de críticas por grupos que afirmam que sua aprovação significaria o aumento do já alto controle do Estado sobre as ações dos indivíduos, no que chamam de “Estado-babá”.

Os "cinco por dia" para os pais:
- leia para seu filho por 15 minutos;
- brinque com ele no chão por 10 minutos;
-converse com seu filho por 20 minutos com a TV desligada;
- adote atitudes positivas em relação ao seu filho e o elogie com frequência;
- dê ao seu filho uma dieta que ajude em seu desenvolvimento.

Blog Jardim da Tia Dany

domingo, setembro 04, 2011


MOVIMENTO: COMENTE MAIS!!!!!!!

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Quantas vezes você visita um blog, lê um post interessante, a mão coça para comentar, mas sai sem deixar nenhum comentário? Eu confesso que faço isso diversas vezes nos blogs em que acompanho.
Assim como eu, sei que muitas das leitoras fazem a mesma coisa e isso é um hábito ruim. Tudo que um blogueiro quer, é um retorno sobre o que ele está escrevendo, mesmo que seja para crítica, sugestão ou só para trocar uma ideia.
E foi assim, que ontem no Twitter, conversando com algumas colegas blogueiras, surgiu a ideia de criar um movimento com a tag #movimentocomentemais e dessa tag surgiu este selo para identificar a campanha.
O movimento é para conscientizar todas nós (isso me inclui) da importância de deixar um comentário quando visitamos um blog, porque é através dos comentários que a interação acontece, as ideias surgem e com isso vamos melhorando o conteúdo, sempre!

Então quer fazer parte do movimento? Copie o selo se tiver um blog e se não tiver #comentemais!!!!


Fico tão triste quando você entra e não deixa seu comentário.Comenta,vai!!Sua opinião é muito importante...


* Este post foi escrito em parceria com o blog @SacolaPhyna (se for blogueira e quiser aderir, pode copiar o post também)